quarta-feira, 27 de junho de 2012

Culto de Doutrina do dia 26 de Junho de 2012.



O Juízo Final

Ap 20.11-15 (A instauração do Juízo Final) 2 Tm 4.1; Ap 20.12 (O Juízo Final e as obras) Ap 19.20 (O julgamento da besta e do falso profeta) Ap 20.1-3 (O aprisionamento do Dragão) Ap 20.10 (O juízo sobre o Dragão) Ap 22.11 (A Santidade ao Senhor)

Apocalipse 20.7-15.
O QUE É O JUÍZO FINAL
Não há ser humano que não se preocupe com o seu destino eterno. O Juízo Final é uma verdade teológica reconhecida pelas mais diversas culturas.
O Juízo Final. Denomina-se assim o julgamento que o Senhor Deus conduzirá no final dos tempos (2 Tm 4.1; Ap 20.12).

Antes da instauração do Juízo Final, Deus julgará e sentenciará sumariamente três personagens: a Besta, o Falso Profeta e o Dragão. Os dois primeiros haverão de inaugurar o lago que arde com fogo e enxofre.
O juízo sobre a Besta, Falso Profeta. (Ap 19.20), e sobre o Dragão. (Ap 20.2).
No final do Milênio, Satanás será temporariamente solto. E sairá a seduzir as nações. Inexplicavelmente, muitos povos o seguirão.
A INSTALAÇÃO DO TRONO BRANCO
O Juízo Final terá como símbolo o Trono Branco. Será o mais perfeito e justo de todos os julgamentos. E sobre ele assentar-se-á o mais reto dos juízes (Jesus).
O Trono Branco. Nas Sagradas Escrituras, o branco é o símbolo da justiça divina (Ap 19.8). No Julgamento do Trono Branco, não haverá qualquer falha ou deslize. Será irretorquível (Sl 19.9).
 Os tronos dos justos. Além do trono do Cordeiro, muitos outros tronos serão instalados. Redimidos de todas as eras (Ap 20.4). Para julgar, inclusive, os anjos caídos (1 Co 6.3).
3. O Supremo Juiz. O Senhor é o juiz de toda a terra (Gn 18.25). Ele é o juiz de vivos e de mortos (At 10.42).
4. Os livros do Juízo Final. (Ap 20.12).
Consciência (Rm 2.15; 9.1), Natureza (Sl 19.1-4), Lei (Rm 2.12-3.20), Evangelho (Jo 12.48, Rm 2.16), Memória (Lc 16.25, Mc 9.44-48, Jr 17.1), Atos dos Homens (Ml 3.16, Mc 12.36, Lc 12.7, Ap 20.12), Da Vida (Sl 69.28, Dn 12.1, Lc 10.20, Fp 4.3, Ap 20.12). Mt 7.22,23 (O porque do Livro da Vida está no Trono Branco)

O JULGAMENTO DOS MORTOS
Os mortos, grandes e pequenos, estarão diante do Trono Branco.(Ap 20.13).
A segunda ressurreição. (Ap 20.12).
Os mortos da segunda ressurreição. Do homicida Caim ao último dos pecadores, todos lá estarão.
A segunda morte. (Mt 25.30). É um castigo real num lugar real. Jamais terá fim.
O JULGAMENTO DA MORTE E DO INFERNO
O juízo sobre a morte. (1 Co 15.26 - 1 Co 15.54 - Ap 20.14).
O juízo sobre o inferno. (Lc 16.23 - Ap 20.14).

Muitos outros serão lançados no Lago de Fogo e Enxofre (Ap 21.8). Infelizmente, tais pecados acham-se também entre os que invocam o nome de Deus.

A formosa Jerusalém (Ap 21.16, 21.12-14, 21.18, 4.3)

Apocalipse 21.9-18.
O QUE É A JERUSALÉM CELESTE
Mais sublime que os céus. (Is 65.17; 2 Pe 3.13; Ap 21.1). Reservada (1 Co 2.9). A casa de Deus. (Jo 14.2). A Nova Jerusalém. (Cl 4.26).
AS CARACTERÍSTICAS DA NOVA JERUSALÉM
É um lugar real. (Ap 21) Feita por Deus. (Hb 11.10). Formato. (Ap 21.16). Materiais. (Ap 21.22). Iluminação (Ap 21.23).
O PERFEITO ESTADO ETERNO
Um governo perfeito. Habitantes perfeitos. (Lc 13.28; Ap 21.14-Ap21.12). Conhecimento perfeito. (Rm 11.33). Comunhão perfeita. Amor perfeito. (1 Co 13.13 - 1 Jo 3.2).

CONCLUSÃO
Em Cristo, porém, Deus preparou-nos um lugar infinitamente melhor. Amém!

Fonte; Blog do Pr. Altair Germano, Lição da Ebd - CPAD Ano 2004 4º Tri, Lição da Ebd - CPAD Ano 2012 2º Tri. O Estudo foi Configuração e Esboço com alguns Grifos do Pr. Alex (AD Sudoeste em Natal-RN)

Esboço de Pregação e Dicas para Pregador e/ou
Estudantes da Bíblia 


SALMO 23


TÍTULO
Não há nenhum título inspirado para este salmo, e não é necessário, pois ele não registra nenhum evento especial, e não precisa de outra chave além daquela que todo cristão pode encontrar em seu próprio peito. É a Pastoral Celeste de Davi; uma obra poética excelente, que nenhuma das filhas da música pode superar. A clarinada da guerra aqui dá lugar ao cachimbo da paz, e aquele que tão recentemente chorou as mágoas do Pastor em melodia ensaia as alegrias do rebanho. Sentado sob uma árvore frondosa, com seu rebanho em volta, como o pastorzinho de Bunyan no Vale da Humilhação, visualizamos Davi cantando essa pastoral incomparável com um coração cheio de alegria; ou, se o salmo é o produto de seus anos avançados, temos certeza de que sua alma se voltou em contemplação para os solitários ribeiros de água que ondulavam sussurrantes entre os pastos do deserto, onde nos primeiros dias ela fazia sua morada. Esta é a pérola dos salmos, cujo esplendor suave e puro deleita os olhos; uma pérola da qual Helicon não precisa se envergonhar, embora o Jordão o reivindique. Desse canto delicioso pode-se afirmar que sua piedade e sua poesia são iguais, sua doçura e sua espiritualidade são incomparáveis.

A posição deste salmo é digna de nota. Segue o salmo 22, que é peculiarmente o Salmo da Cruz. Não há pastos verdes, não há águas tranqüilas do outro lado do salmo 22. Só depois que lemos "Meu Deus, meu Deus, porque me desamparaste?" é que chegamos a "O Senhor é meu Pastor". Precisamos conhecer por experiência o valor do derramamento de sangue, e vermos a espada acordada contra o Pastor, antes que possamos verdadeiramente conhecer a doçura do cuidado do bom pastor.

Já se disse que aquilo que o rouxinol é entre os pássaros, esta ode divina é entre os salmos; pois tem soado docemente nos ouvidos de muitos pranteadores em sua noite de choro, e o tem podido esperar por uma manhã de alegria. Eu me aventuro a compará-la também à cotovia, que canta enquanto sobe, e sobe enquanto canta, até que some de vista, e mesmo então não nos deixa sem ouvi-la. Observe as últimas palavras do salmo - "Habitarei na casa do Senhor para sempre" -; são notas celestiais, mais adequadas às mansões eternas do que a esses lugares de moradia abaixo das nuvens. Ó, que nós possamos entrar no espírito do salmo enquanto o lemos, e então viveremos a experiência dos dias do céu aqui na terra!

DICAS PARA O PREGADOR
VERS. 1. Trabalhe a comparação entre um pastor e suas ovelhas. Ele governa, guia, alimenta e as protege; e elas o seguem, o obedecem, o amam e confiam nele. Pesquise se somos ovelhas; mostre a sina dos cabritos que se alimentam ao lado das ovelhas.
VERS. 1 (segunda cláusula). O homem que está além do alcance da penúria para o tempo presente e a eternidade.

VERS. 2 (primeira cláusula). O descanso de crer.
1. Vem de Deus - "Ele me faz".
2. É fundo e profundo - "deitar", repousar.
3. Tem sustento sólido - "em verdes pastagens".
4. É assunto para louvor constante.
VERS. 2. O elemento contemplativo e o elemento ativo são satisfeitos.
VERS. 2. A frescura e a riqueza das Sagradas Escrituras.
VERS. 2 (segunda cláusula). Em frente. O Guia, o caminho, os confortos da estrada, e o viajante nela.

VERS. 3. Restauração graciosa, direção santa e motivos divinos.

VERS. 4 O silêncio macio do trabalho do Espírito.
VERS. 4. A presença de Deus é o único apoio seguro na morte.
VERS. 4. Vida na morte e luz nas trevas.
VERS. 4 (segunda cláusula). A calma e a quietude do fim do homem bom.
VERS. 4 (última cláusula). Os sinais do governo divino - a consolação dos obedientes.

VERS. 5. O guerreiro banqueteado, o sacerdote ungido, o hóspede satisfeito.
VERS. 5 (última cláusula). Os meios e os usos do ungir do Espírito Santo contínuas vezes.
VERS. 5. Providenciais abundâncias, e qual o nosso dever a respeito disso.

VERS. 6 (primeira cláusula). A bem-aventurança do contentamento.
VERS. 6. Na estrada e em casa, ou atendentes celestiais e mansões celestiais.


Fonte:
Esboços Bíblicos de Salmos
C. H. Spurgeon